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Fig.
1 - Processos de Optimização do Conhecimento
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Informação, antigamente um recurso raro e pouco divulgado,
encontra-se hoje disponível através de inúmeros canais de
comunicação.
Conhecimento, um recurso ainda mais raro e muito bem guardado,
começa hoje a ser fundamental transmitir ao mesmo ritmo da informação.
O conhecimento sempre
foi uma componente estratégica na evolução de qualquer empresa, mas agora os
tempos são outros, a concorrência vem de todos os lados e é cada vez mais
sofisticada, seja nas actividades de marketing, seja nas financeiras, seja nas
de construção e inovação de produtos.
Para que uma empresa possa sobreviver mais do que média dos 30
anos, tem de conseguir transformar informação em conhecimento, conhecimento em
decisão e decisão em acção, a ritmos imensamente mais acelerados.
A Optimização do Conhecimento preocupa-se, essencialmente, com a
primeira fase da conversão. A conversão da Informação em Conhecimento. A
segunda parte, conversão de Conhecimento em Decisão, é tratada pela nossa
área de Suporte à Decisão, enquanto que a terceira fase, conversão de
Decisão em Acção é a razão de ser da linha de serviço de Optimização de
Negócio.
Consideramos a Optimização do Conhecimento como um conjunto de
processos de melhoria contínua ao nível de cada organização que permitem
transformar informação em conhecimento.
Vários conceitos estão na base deste processo, sendo que o mais
conhecido é o de Gestão do Conhecimento. Devido ao facto de este ter hoje uma
conotação muito tecnológica (fala-se muito na implementação de ferramentas
de Gestão do Conhecimento), e porque consideramos que todas as empresas detêm
uma grande "quantidade" de conhecimento, primeiro e mais importante é
conseguir determinar os processos de geração e utilização de conhecimento
optimizando o que se tem, e só depois implementar ferramentas que permitam
potencializar novos processos de aquisição e transferência de
conhecimento.
Hoje, poucas empresas não consideram importante, ou mesmo
crítico, a implementação de sistemas que optimizem o conhecimento. No
entanto, existem inúmeros exemplos de iniciativas nesta área que, pretendendo
melhorar as capacidades das empresas ao nível da inovação, resposta atempada
e adaptação, não conseguem atingir minimamente os objectivos. Muitas destas
iniciativas focaram-se na implementação de uma qualquer "intranet"
ou num sistema de "groupware".
Esta forma de abordar a Optimização do Conhecimento é
extremamente limitativa, não tendo em conta que as empresas são sistemas muito
complexos, onde se combinam diariamente entidades tecnológicas,
actividades dos recursos humanos e estruturas e culturas organizacionais.
Em qualquer sítio, o conhecimento permite realizar trabalho. Este
será de tão melhor qualidade quanto o conhecimento detido. No entanto, a
qualidade do trabalho não depende somente da qualidade do conhecimento do
recurso humano que o realiza. Depende também, e em larga medida, da própria
natureza do trabalho realizado, assim como de todas as componentes que suportam
os seu processo de execução, em que as tecnologias têm um papel muito
importante.
A implementação de determinada tecnologia só pode ser realizada
com garantias de sucesso, se for:
-
adaptada à natureza do trabalho
realizado, e
-
preparada para potencializar a melhoria do
processo de execução do trabalho.
Se o trabalho é realizado individualmente ou em grupo, e se é de
rotina ou exige constantes tomadas de decisão, são realidades completamente
diferentes, que é preciso conhecer profundamente antes de implementar qualquer
programa de Optimização do Conhecimento. Por outro lado, cada empresa é
constituída por células funcionais que, muitas vezes, apresentam exigências e
comportamentos diferentes na forma como mantêm e divulgam conhecimento.
Desta forma a implementação de um programa de optimização do
conhecimento deverá levar cada empresa a:
-
Reduzir os custos dos seus programas de formação e aumentar o seu
capital intelectual, através da integração de modernas tecnologias, baseadas
em sistemas de gestão do conhecimento.
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Ultrapassar barreiras geográficas e reduzir as necessidades de
infra-estruturas, pela implementação de sistemas de “employee self-service”
com base na Internet.
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Captar informação sobre a execução das actividades, de forma a
potencializar a melhoria de processos, produtos, serviços e organização.
-
Relacionar as pessoas e os conteúdos da forma mais apropriada,
melhorando a sua formação, colaboração, capacidade de inovação e poder de
decisão.
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Reduzir o tempo, custo e esforço necessários para adquirir novas
capacidades e permitir melhorar os tempos de resposta aos requisitos de negócio.
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Construir um ambiente que apoie, promova e premeie a inovação.
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Melhorar a satisfação dos consumidores e outros parceiros de negócio,
pelo desenvolvimento de uma força de trabalho mais actuante e conhecedora.
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